A era dos dados permitiu a personalização da maioria das áreas do mercado. Na Educação, uma questão é levantada: “O modelo único de ensino funciona para todo mundo? Afinal, cada indivíduo tem uma forma de aprender, não é mesmo?”, o questionamento foi levantado pelo diretor acadêmico e de inteligência da Saint Paul Escola de Negócios, Adriano Mussa, durante o iDEXO for TOVERS, evento focado em colaboradores da TOTVS, que aconteceu na última quarta-feira.

Segundo ele, o conceito de ensino massificado fazia sentido no passado quando não havia plataformas digitais e o modelo majoritário do mercado era industrial, pedindo para uma distribuição da educação sem necessariamente pensar nas necessidades individuais. 

Na Saint Paul, Mussa está à frente da plataforma digital de cursos LIT, que usa inteligência artificial para aprimorar a experiência de ensino. Ao se inscrever, o aluno recebe um relatório de análise de personalidade que é feito a partir de textos, e-mails e conteúdos produzidos por ele. Com uso da tecnologia, é possível entender as características de aprendizado dele e oferecer uma trilha para fazer o curso. 

O professor ainda complementa que quando o assunto é gestão, a IA colabora com os docentes deixando seu foco totalmente voltado ao core da profissão que é ensinar. Isso porque, de acordo com um estudo da Yale, cerca de 60% do tempo dos professores é dedicado em fazer chamada, cuidar de processos administrativos e outras questões que acabam lhe deixando apenas 40% do tempo para ensinar. 

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